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INFORME ESPECIAL: a Abordagem Genérica não Serve para Você!

Quando você está decidindo qual seria a melhor dieta para você, o que você faz? Talvez uma pesquisa on-line, digitando em sites de buscas uma frase relacionada, e observando os links principais. Talvez você leia um livro, ou um post do blog de nutricionistas que você gosta e segue. Talvez você esteja recebendo conselhos de amigos, familiares e outros profissionais. Como você sabe que as informações obtidas dessas fontes são as melhores para você?

Não dá pra saber, não é mesmo? A coisa é, se você olhar para a pesquisa, você verá uma grande diferença em como as pessoas respondem a uma mesma dieta ou suplemento. Se houver pesquisas que avaliem o uso de uma dieta com alto teor de gordura e baixo teor de carboidratos para perda de peso, os resultados podem mostrar que, em média, ela foi eficaz. No entanto, se você olhar mais de perto cada os resultados individual, pode apostar que ninguém respondeu exatamente da mesma maneira; algumas pessoas perderam peso, enquanto outras ganharam.

Isso porque a maioria das pesquisas nutricionais e informações sobre dietas não considera o que realmente nos torna quem somos: nossos genes. Somos todos diferentes e, internamente, sabemos disso. Nós todos conhecemos uma pessoa que pode comer todas as massas de que gosta, sem ter qualquer preocupação, enquanto algumas pessoas só precisam pensar em pão para engordar. Parte dessas diferenças se deve a pequenas mudanças em nossos genes que nos permitem tolerar melhor ou pior os carboidratos - e saber essas diferenças pode ser útil quando se trata de escolher uma dieta.


O mesmo acontece quando se trata de vitaminas e minerais. Somos informados de quanto consumir pelos órgãos de governo e estabelecimentos médicos na forma de diretrizes, como as Recomendações Nutricionais Diárias.


Essa é a quantidade de cada nutriente que devemos consumir para evitar sua deficiência, mas não isso não informa como ter uma saúde melhor, ideal. Sabemos agora que pequenas mudanças em nossos genes podem significar que exposição ao riscos de certos problemas de saúde. Por exemplo, o gene MTHFR pode ter um grande impacto sobre a quantidade de vitamina B que precisamos, e o gene VDR pode determinar a quantidade ideal de vitamina D necessária para uma saúde ótima.


O teste DNAFit, informará muito melhor como personalizar sua nutrição e otimizar sua saúde.

Personalize sua nutrição

Fazemos isso fornecendo o melhor tipo de dieta para controle de peso, ao olharmos para sua como você metaboliza macronutrientes: gorduras saturadas e a carboidratos. Isso dá uma idéia de quão bem você tolera cada um desses nutrientes.

Depois, olhamos sua capacidade de detoxificação. Não se trata de uma "dieta de desintoxicação", mas, em vez disso, a análise de quão bem seu fígado pode eliminar toxinas. O exame indica se você precisa consumir menos certos tipos de alimentos ou mais vegetais para ajudar nessa tarefa.


Também analisamos as necessidades nutricionais. Já foram mencionadas as vitaminas B e D, mas também analisamos os genes ligados às exigências do seu corpo a antioxidantes e ômega 3. Todas essas informações permitem que você crie uma maneira de se alimentar que garanta que você tenha o melhor desempenho possível.
Em seguida, também olhamos para as sensibilidades alimentares.

Quão sensível você é ao sal - você poderia reduzir seu consumo a níveis menores do que o recomendado? E quanto ao álcool - é verdade que um copo de vinho tinto por dia é bom para o coração, ou esse efeito benéfico é reduzido em você? Isso é determinado pelo gene ADH1C, que analisamos em nosso teste. Além do mais, também analisamos sua sensibilidade à cafeína.


Finalmente, verificamos as tolerâncias alimentares. Cerca de 65% da população mundial é intolerante à lactose - e você? Se você não for intolerante, então não há nenhuma necessidade particular de evitar produtos lácteos; mas se você for intolerante à lactose, isso pode explicar alguns sintomas que você já conseguiu identificar. Além disso, também analisamos seu risco de desenvolver Doença Celíaca e complicações com consumo de glúten.


Sabemos que dois genes, HLA-DQ2 e HLA-DQ8, estão presentes em cerca de 95% das pessoas com Doença Celíaca; portanto, se você tiver pelo menos um desses genes, seu risco de desenvolver doença celíaca é de 1 em 35. Caso contrário, seu risco de desenvolver Doença Celíaca é 1 em 2000. Novamente, tudo isso é uma informação útil quando se trata de melhorar sua saúde e bem-estar.


Podemos, portanto, ver que uma abordagem generalizada de dieta não nos traz o resultado almejado - não é específica às necessidades de cada um. Por outro lado, ter a sua informação genética pode ser uma ótima maneira de começar a personalizar sua dieta de acordo com suas exigências, permitindo que você seja mais saudável durante todo o processo.

É isso que você está buscando? Então entre no site e invista no teste que vai mudar seus resultados:

Ou se você é médico, nutricionista, ou educador físico, saiba mais sobre nosso programa de parceria:

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