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Descubra sua necessidade individual de reposição de Micronutrientes

Eu preciso tomar suplementos vitamínicos? Quanto?

Todos sabemos que precisamos de vitaminas e minerais para não apenas para dar suporte aos treinos, mas também pela nossa própria saúde e bem-estar. Mas o que não sabemos com certeza é exatamente o quanto precisamos. Recebemos orientações gerais sobre o que consumir através das recomendações diárias que são estabelecidas para uma média da população para garantir que a maioria de nós não desenvolva quaisquer deficiências. Também sabemos que certos fatores ambientais podem ter impacto - quanto de exercício físico fazemos, por exemplo, pode aumentar nossa necessidade de certos nutrientes.

Mas o que você talvez não saiba é que nossos genes podem influenciar o quanto de um determinado nutriente podemos precisar.


Vamos começar pela vitamina D, por exemplo. Com o avanço das pesquisas, sabe-se que a vitamina D pode ter impacto em muitas áreas da saúde, incluindo a saúde óssea. Vale destacar este ingrediente pois uma grande parte da população em muitos países apresentam baixos níveis de vitamina D no sangue, possivelmente tornando certos problemas de saúde um pouco mais comuns.


Como a vitamina D é criada em nosso corpo com a ação do Sol e é encontrada em pequenas quantidades nos alimentos, se não obtivermos razoável exposição à luz solar, aumentamos nosso risco de ter níveis baixos dessa vitamina. Então, se moramos em um país onde não há muito Sol, é muito mais provável que não recebamos a quantia certa. Mas até mesmo morar em países que recebem muito Sol não significa automaticamente que obteremos vitamina D suficiente pois as pessoas tendem a sair do sol e buscar locais fechados, com ar condicionado. Todos estes são fatores ambientais. Mas também sabemos que nossos genes podem afetar a quantidade de vitamina D que precisamos. E é aqui que entra o gene VDR.


O gene analisado no relatório DNAFit é o gene receptor da vitamina D (ou VDR). Este gene tem um impacto na forma como o nosso corpo pode utilizar a vitamina D, e pequenas alterações dentro deste gene podem ter um grande impacto na quantidade de vitamina D que necessitamos.

Atualmente, as pesquisas nesta área examinam principalmente a relação do gene VDR e a saúde óssea. Um estudo de 2009 com soldados em treinamento militar mostrou isso muito bem. Os pesquisadores encontraram soldados que sofreram uma fratura por estresse e compararam seu genótipo VDR com o de pessoas sem fratura por estresse. O que eles descobriram foi que a versão de risco do VDR estava muito mais presente nos soldados com fraturas - de fato, o risco foi quase seis vezes maior. Como a vitamina D desempenha um papel na resistência óssea, isso mostra muito bem que aqueles com o alelo de risco devem ingerir um pouco mais de vitamina D a fim de se protegerem contra fraturas desse tipo.

Esse é um conhecimento realmente útil, pois permite que as pessoas sejam pró-ativas na prevenção de fraturas por estresse, em vez de esperar que tenham sorte e consigam evitá-las por acaso.

Com o teste DNAFit, observamos os genes que afetam nossas necessidades de micronutrientes. Podemos analisar a necessidade de antioxidantes, que têm um grande impacto sobre o quão bem você pode se recuperar entre as sessões de treinamento. No teste, nós avaliamos o gene SOD2 na recuperação seção de, mas existem dois outros genes que suportam a atividade da SOD2: os genes CAT e GPX1. O que o SOD2 faz é converter os radicais livres, que podem danificar as células musculares, em peróxido de hidrogênio. O peróxido de hidrogênio, no entanto, ainda é tóxico e causa danos a nossos músculos também. É aí que entram o CAT e o GPX1 - eles ajudam a quebrar o peróxido de hidrogênio em substâncias não-tóxicas. Saber quais versões desses genes você tem é importante, pois isso permite que você faça pequenas alterações em sua dieta, a fim de melhorar o quão bem você pode se recuperar entre as sessões de treino físico. E quanto melhor você puder se recuperar, melhor poderá treinar, e maior a probabilidade de você poder atingir seus objetivos.

Também analisamos a tolerância à cafeína - você é um metabolizador rápido ou lento da cafeína? Para alguns pode ser importante saber que o consumo de bebidas cafeinadas pré-treino pode trazer melhorias, mas quão bem nós realmente toleramos essa substância? Em geral, os metabolizadores rápidos eliminam a cafeína de seu organismo mais rapidamente, tolerando-a em quantidades mais elevadas, tendendo a não afetar seu sono. No entanto, os metabolizadores lentos têm cafeína presente por mais tempo em seu corpo, o que significa que não são tão rápidos para quebrar essa substância.

A consequência disto é que os metabolizadores lentos geralmente podem tolerar menos cafeína total, e que a cafeína também pode afetar seu sono se eles a tiverem consumido no final do dia. Isso pode permitir uma abordagem muito mais pessoal à nutrição pré-treino. Os metabolizadores lentos também têm um risco ligeiramente maior de sofrer problemas cardíacos se consumirem regularmente quantidades elevadas de cafeína; por isso recomenda-se que todos os metabolizadores lentos consumam menos de 200mg de cafeína por dia.

Conclusão

A conclusão é de que muitas vezes nos é dada uma abordagem única para nossas necessidades nutricionais, enquanto pequenas diferenças em nossos genes, conhecidas como polimorfismos, podem ter um grande impacto sobre o quanto realmente precisamos consumir de alimentos e como os metabolizamos.
É importante saber como isso permite que você assuma o controle de sua nutrição e assegure-se de ter o suficiente desses micronutrientes para apoiar seu bem-estar, seu treinamento, e garantir que você atinja os objetivos que deseja, sejam eles quais forem.

É isso que você está buscando? Então entre no site e invista no teste que vai mudar seus resultados:

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